Radiologia
domingo, 24 de abril de 2011
BRINQUEDOS E MATERIAS
Brinquedos e Materiais
Recomendamos brinquedos e objetos que sejam duráveis e não tóxicos, que possam ser jogados, amassados e até mordidos, sem representar nenhum perigo para a saúde e segurança da criança.
Brinquedos que funcionam sozinhos, movidos a pilha, com luzes e sons, podem estimular que a criança brinque sozinha com eles, sem precisar que alguém “anime” os brinquedos para elas. Esses brinquedos podem distrair a criança e também ser hiperestimulantes. Por estas razões, NÃO utilizamos brinquedos e objetos elétricos ou eletrônicos no quarto de brincar/interagir. Também procuramos não utilizar areia, grandes quantidades de peças muito pequenas e água, pois estas substâncias também costumam distrair muito as crianças.
Preferimos brinquedos que estimulem a criatividade e imaginação, podendo ser utilizados de diversas formas. Por exemplo, um conjunto de blocos grandes pode ser utilizado como muro do castelo ou da casa dos ‘Três Porquinhos”, pode ser uma ponte, uma cidade, uma cama ou uma torre que será destruída pelo “Lobo” ou por uma onda do mar.
E, muito importante, procuramos brinquedos que estimulem a interação. O fantoche é um bom exemplo, pois ele não costuma ser tão interessante por si só, ele geralmente precisa de um adulto que o anime para que ele fique mais divertido para a criança.
Abaixo encontra-se um trecho retirado da tradução do texto sobre materiais para o desenvolvimento social dentro do quarto do Son-Rise:
“Muitos brinquedos no mercado têm como objetivo manter a criança ocupada e distraída enquanto os pais se ocupam com outras tarefas ou atividades. Nós queremos o oposto disto! Quando uma criança quiser ficar em isolamento, ela encontrará um jeito para se isolar, não importando quais brinquedos estejam disponíveis. Mesmo assim, procuramos utilizar brinquedos que costumam promover interações ao invés de brincadeiras solitárias. Por exemplo, sua criança poderia permanecer isolada ao brincar com um fantoche, mas ela também poderia achar a atividade mais divertida quando você animasse o fantoche. O fantoche então ofereceria a você a oportunidade de se tornar parte do interesse de sua criança.
Se há brinquedos e objetos específicos que sua criança gosta (ou até que os utiliza enquanto está em “ismos” – comportamentos repetitivos e de isolamento), com a exceção de brinquedos a pilha ou brinquedos que contêm uma grande quantidade de areia, pecinhas ou água, nós sugerimos que você mantenha estes brinquedos disponíveis na prateleira do quarto para sua criança brincar.
Sugerimos que você mantenha no quarto apenas alguns destes brinquedos que a criança utiliza em “ismos”. Por exemplo, se sua criança costuma brincar de forma repetitiva e isolada com trens e possui 50 trens, diminua o número de trens no quarto para apenas 6. Se a criança gosta de ficar em “ismo” com barbantes, mantenha dois barbantes no quarto ao invés de um saco inteiro de barbantes.
Nós não acreditamos que seja necessário ter sempre um par de cada brinquedo, mas recomendamos que você tenha 2 de cada brinquedo que sua criança gosta de brincar em isolamento para que você possa se juntar à criança utilizando o mesmo brinquedo.
Muitos pais perguntam quantos brinquedos eles deveriam ter no quarto. O objetivo é oferecer uma variedade de brinquedos diferentes, mas que a prateleira não esteja tão cheia a ponto de ficar difícil para que você e a criança vejam quais são os brinquedos disponíveis. Nossos quartos de brincar/interagir em nosso centro de atendimento possuem 3 prateleiras com 2,5 m de comprimento, e parte da prateleira é reservada para lanches, bebidas, trocas de roupas, fraldas, etc.”
Direitos autorais reservados para The Option Institute and Fellowship © 2001.
Utilize brinquedos como aqueles que as crianças utilizavam 40 anos atrás. Muitos dos brinquedos eletrônicos modernos, aqueles encontrados hoje em grandes lojas de brinquedos, tendem a estimular que a criança se entretenha sozinha com o brinquedo ao invés de estimular que ela brinque com o brinquedo de forma interativa.
Brinquedos como os “antigos” incluem:
blocos grandes para montar
bolhas de sabão
brinquedos de borracha que podem ser mordidos
carrinhos/aviões/trens sem bateria
bolas
jogo de boliche de plástico
baldes
2 bolas grandes de fisioterapia
pequena cama elástica
pequeno escorregador (Clique aqui para ver um modelo)
brinquedos para incentivar o uso da imaginação (ex: cesta de piquenique, louças e comidinhas de plástico, kit de médico, dinheiro de brincadeirinha, etc.).
jogos tipo dominó, jogo da memória, quebra-cabeças
jogos de tabuleiro (ex: jogos físicos como “Twister”, jogos cooperativos, jogos onde os participantes agem como diferentes personagens ou animais, jogos com perguntas sobre fatos ou perguntas pessoais, etc.) Importante: podem ser confeccionados em casa para que se empregue os interesses únicos de cada criança ou adulto.
livros
letras e números de plástico ou outro material dúravel
material para colorir, desenhar e escrever (papel, cartolina, giz de cera, canetinhas, tesoura sem ponta, fita crepe, lousa, etc)
instrumentos musicais simples (tambor, pandeiro, gaita, flauta, sino, xilofone, chocalho, microfone que amplifica a voz sem utilizar pilha ou bateria)
acessórios para fantasias (ex: tapa-olho de pirata, avental, máscaras de animais, capas, chapéus, óculos de plástico, etc.),
caixa sensorial (ex: lenços, penas, luvas de borracha, escovas, objetos com formatos diferentes e tecidos com texturas variadas)
bichos de pelúcia/personagens favoritos/bonecos
fantoches de mão e dedo
pintura facial
cobertor
bexigas para encher
Você não precisa ter todos os brinquedos mencionados. Escolha os brinquedos e objetos que você acha que seu filho poderia se interessar. Lembramos que o importante é prover brinquedos e objetos que sejam do interesse de seu filho. Se ele gostar de retalhos coloridos, providencie retalhos coloridos, se gostar de dinossauros, ofereça dinossauros, etc.
Os brinquedos, em sua maioria, podem ser confeccionados em casa e improvisados com diversos materiais, como por exemplo caixas de papelão, panos, baldes e potes, garrafas de plástico.
Talvez seja melhor manter alguns dos acessórios de fantasias e objetos para atividades de imaginação fora do quarto e apenas trazê-los para dentro quando você for utilizá-los na sessão. Isso ajuda a manter o quarto e as prateleiras menos lotadas (o que acontece muito!).
Recomendamos poucos quebra-cabeças, pois eles costumam ser atividades menos interativas.
Jogos de tabuleiro podem ser úteis para crianças em um estágio de desenvolvimento mais avançado, mas não os utilizaríamos o tempo todo.
Por fim, é ótimo quando a criança brinca com os brinquedos da prateleira, mas muitas crianças simplesmente não se interessam pelos objetos e brinquedos da prateleira. Tudo bem se isso acontecer. A nossa prioridade está na interação. Se você conseguir interações que envolvam canções, brincadeiras físicas ou que não envolvam nenhum brinquedo, continue a estimular essas atividades e não se preocupe com os brinquedos.
Algumas crianças e adultos com autismo, quando abordados com inspiração, apreciação e entusiasmo, têm se desenvolvido muito além dos níveis ditados pelas abordagens convencionais do autismo. Sentir-se inspirado por uma pessoa com autismo é o primeiro passo para ajudá-la a desenvolver a motivação para aprender e para interagir socialmente.
A Inspirados pelo Autismo dedica-se a informar, inspirar e habilitar os pais e profissionais a ajudar crianças e adultos com autismo a superar suas dificuldades e alcançar novos patamares de desenvolvimento.
O Programa Son-Rise apresenta uma abordagem altamente inovadora e dinâmica ao tratamento do autismo e outras dificuldades de desenvolvimento similares. Você pode pedir uma cópia do DVD: “Histórias Inspiradoras de Famílias e Crianças do Programa Son-Rise” e descobrir como o Programa Son-Rise pode ajudar você, ou assistir a nossos Vídeos do Programa Son-Rise online.
Inspirados pelo Autismo oferece Serviços especializados para ajudar os pais e profissionais a desenvolver um programa personalizado para cada família. Nossos Workshops oferecem aos pais e profissionais as informações e técnicas necessárias para começar a implementar o Programa Son-Rise em suas casas ou clínicas.
Veja tambêm exemplos de Atividades Interativas que criamos dentro do quarto de brincar do Programa Son-Rise para auxiliar crianças e adultos com autismo a interagir e a desenvolver suas habilidades sociais, o Modelo de Desenvolvimento do Programa Son-Rise® , e uma lista de Perguntas - enviadas por pais, familiares, e profissionais - respondidas por profissionais do Programa Son-Rise.
Na página Material de Apoio disponibilizamos mais vídeos online, Páginas Informativas sobre as técnicas do programa, links para Livros, dicas para o Recrutamento de Voluntários e a Arrecadação de Recursos para um programa de tratamento domiciliar,

Em Abril de 2008, o Colégio Americano de Genética Médica (ACMG), que é um colégio da Associação Médica Americana (AMA), publicou orientações clínicas que os geneticistas clínicos deviam seguir na determinação da etiologia para os portadores de uma Perturbação do Espectro do Autismo (ASD) e no tratamento de pacientes com este diagnóstico. Este estudo “Autism spectrum disorder-associated biomarkers for case evaluation and management by clinical geneticists” confirma que há agora biomarcadores bem estabelecidos, de rotina, disponíveis e identificados, para ajudar os geneticistas clínicos a avaliar medicamente e tratar pessoas diagnosticadas com uma ASD e esboça brevemente alguns biomarcadores reconhecidos. Dependendo da causa da ASD, estes investigadores concluíram que “os riscos médicos associados podem ser identificados, o que pode levar ao rastreio e prevenção da potencial morbilidade em doentes e outros membros da família”. Os fundos para este estudo vieram da CoMed, Inc., uma organização não lucrativa, e do Instituto de Doenças Crónicas, de um fundo da Fundação BHARE.
As ferramentas importantes para a avaliação médica e o tratamento incluem o seguinte:
1- Biomarcadores das porfirinas: Para ajudar a determinar se existe toxicidade do mercúrio e, quando é encontrada, para monitorizar as alterações da carga de mercúrio durante as terapêuticas de destoxicação.
2- Biomarcadores da trans-sulfuração: Para ajudar a determinar se há susceptibilidade bioquímica ao mercúrio e, quando se encontra, monitorizar a resposta do doente durante a suplementação com terapêuticas nutricionais, como metilcobalamina (forma metilada da Vitamina B12), ácido folínico e piridoxina (Vitamina B6).
3- Biomarcadores do stress oxidativo / inflamação: Para ajudar a determinar se há excessivos subprodutos de vias metabólicas e, quando encontrados, monitorizar o progresso do doente durante a suplementação com anti-inflamatórios, como a Aldactona (espironolactona).
4- Biomarcadores hormonais: Para ajudar a determinar se estão presentes alterações hormonais e, quando encontradas, monitorizar o progresso do doente durante o tratamento indicado com reguladores hormonais como Lupron (acetato leuprolido) e Yaz (drospirenona / etinil estradiol).
5- Biomarcadores da disfunção mitocondrial: Para ajudar a determinar se há disrupção das vias de produção de energia e, quando encontrados, monitorizar o progresso do doente durante suplementação com medicamentos como Carnitor (L-carnitina).
6- Biomarcadores genéticos: Para ajudar a determinar se há factores causais genéticos ou de susceptibilidade e, quando encontrados, para fornecer pontos de observação sobre a modificação do comportamento para ajudar a reduzir o impacto destes factores genéticos.
Hoje, qualquer pai, médico ou técnico de saúde pode facilmente obter os serviços de um geneticista clínico que siga as orientações da ACMG para ajudar a avaliar e tratar os que são diagnosticados com ASD.
As ferramentas importantes para a avaliação médica e o tratamento incluem o seguinte:
1- Biomarcadores das porfirinas: Para ajudar a determinar se existe toxicidade do mercúrio e, quando é encontrada, para monitorizar as alterações da carga de mercúrio durante as terapêuticas de destoxicação.
2- Biomarcadores da trans-sulfuração: Para ajudar a determinar se há susceptibilidade bioquímica ao mercúrio e, quando se encontra, monitorizar a resposta do doente durante a suplementação com terapêuticas nutricionais, como metilcobalamina (forma metilada da Vitamina B12), ácido folínico e piridoxina (Vitamina B6).
3- Biomarcadores do stress oxidativo / inflamação: Para ajudar a determinar se há excessivos subprodutos de vias metabólicas e, quando encontrados, monitorizar o progresso do doente durante a suplementação com anti-inflamatórios, como a Aldactona (espironolactona).
4- Biomarcadores hormonais: Para ajudar a determinar se estão presentes alterações hormonais e, quando encontradas, monitorizar o progresso do doente durante o tratamento indicado com reguladores hormonais como Lupron (acetato leuprolido) e Yaz (drospirenona / etinil estradiol).
5- Biomarcadores da disfunção mitocondrial: Para ajudar a determinar se há disrupção das vias de produção de energia e, quando encontrados, monitorizar o progresso do doente durante suplementação com medicamentos como Carnitor (L-carnitina).
6- Biomarcadores genéticos: Para ajudar a determinar se há factores causais genéticos ou de susceptibilidade e, quando encontrados, para fornecer pontos de observação sobre a modificação do comportamento para ajudar a reduzir o impacto destes factores genéticos.
Hoje, qualquer pai, médico ou técnico de saúde pode facilmente obter os serviços de um geneticista clínico que siga as orientações da ACMG para ajudar a avaliar e tratar os que são diagnosticados com ASD.
Abaixo ,leia com exclusividade o Editorial que será publicado na edição de lançamento da Revista Autismo, que foi para a gráfica ontem (26) e deverá estar nas ruas entre o final da próxima semana e a primeira semana de setembro – avisaremos também no Twitter da Revista (siga-nos: @RevistaAutismo). Em breve, este site estará pronto e a versão online da revista poderá ser lida sem restrições aqui.
Ajude-nos a divulgar!
Venho aqui divulgar o maravilhoso trabalho do amigo Paiva Junior que é o lançamento da Revista Autismo que certamente será mais uma ferramenta para desvendarmos os mistérios dos Espectros do Autismo e conhecermos um pouco mais estas pessoas tão especiais!
Parabéns Paiva!
Um abraço, Jaqueline Araujo
Esta é [será] a edição de lançamento da Revista Autismo, a número zero, a concretização de uma meta buscada há muito tempo por pais e profissionais: levar informação séria e transparente de forma impressa, principalmente a pais e familiares de autistas que não têm acesso à internet (ou habilidade para isso). Destaque-se que há muita informação na internet (confiável e não confiável). A revista é produzida por pais e profissionais que fizeram dessa luta pela democratização da informação a respeito de autismo uma meta, a qual hoje está sendo alcançada e dando seu primeiro passo de muitos que virão. São pessoas que se conheceram no mundo virtual da internet, em listas de discussões e e-mails, buscando informação sobre um mesmo tema: o autismo. E decidiu-se sair só do online para também o offline, para o bom e velho papel, além de ter um complemento na internet para disseminar e pulverizar informação respeito dos transtornos autísticos do comportamento no Brasil todo. Importante destacar que é a primeira revista exclusivamente sobre autismo na América Latina e a primeira do mundo em língua portuguesa.E essa publicação têm a convicção de nascer como uma ferramenta útil, sobretudo por várias autoridades no assunto que deram sua contribuição por meio de textos imensamente ricos de informações e esclarecedores em suas áreas. A todos eles, nosso muito obrigado pela confiança.A Revista Autismo traz informação imparcial: publicando métodos e intervenções chancelados, como também tratamentos alternativos e métodos ainda não aceitos ou comprovados pela medicina tradicional. Na prática, os pais tentam fazer o que acreditam ser o melhor para seus filhos autistas ou que estejam dentro do espectro autista. E nessa luta por fazer o melhor, se deparam com a mais variada gama de intervenções, e muitas vezes podem ficar pulando de galho em galho para esta ou aquela terapia. Cuidado! Siga orientação profissional, siga seu instinto de pai ou mãe, mas opte sempre pelo que mais for compatível com seus valores, suas crenças e que não traga desconforto ou enormes sacrifícios ou riscos a seus filhos. E o principal: busque orientação profissional. Ao mesmo tempo que digo cuidado, também digo que não tenha medo de tentar, insistir, persistir. Quem vai colher os frutos das vitórias ou derrotas dessa batalha são vocês pais e principalmente, seus filhos. Portanto, amem-nos, aceitem-nos, não se conformem e ajam – mãos à obra!
Aqui você saberá o que é autismo e verá muitas opções de tratamento, elevando a qualidade de vida do indivíduo e da família afetada por esta síndrome. Saberá das várias dúvidas que a ciência ainda tenta desvendar, mas que tem uma certeza incontestável: quanto antes começarem as intervenções, melhor será a condição de vida da pessoa com autismo. Por isso a suspeita e o diagnóstico precoces são armas que devemos lançar mão com muita rapidez e perspicácia. Agir já!
Em vários artigos, há símbolos codificados, que são QR-Codes, não deixe de conferir essa inovação.
O site da revista, www.revistaautismo.com.br, propõe-se a ser uma extensão da publicação impressa, com informações atualizadas e complementos dos textos aqui publicados.
Termino agradecendo o empenho de todos. Foram colaborações em conteúdo, em material, em informações, em contatos, em divulgação ou na simples torcida para que esse projeto desse certo. E já deu! Nosso muito obrigado a todos que colaboraram de alguma forma. A você que nos lê, desejamos suprir um pouco de sua ânsia por informação a respeito desse tão complexo tema que é o autismo. Ajude-nos a divulgar esse trabalho e a democratizar a informação a respeito do espectro autista. Leia a Revista Autismo e deixe para que outros possam ler, divulgue. Não só para colaborar com as famílias afetadas pela síndrome, mas também para sensibilizar a sociedade, mídia e governos para o que atualmente é uma epidemia mundial, conforme nossa reportagem de capa.
Paiva Junior, editor-chefe – Jornalista pós-graduado em Jornalismo e Segmentação Editorial e pai do Giovani, de 3 anos, que está no espectro autista, e da Samanta, de 1 ano, com desenvolvimento títpico.
Dieta sem Glúten e sem Caseína no Tratamento do Autismo
O tratamento do autismo, uma síndrome complexa que prejudica a capacidade de comunicação e interação social dos portadores, frequentemente consiste de uma série abrangente de programas educacionais, terapias e tratamentos comportamentais. Várias intervenções nutricionais também tem sido sugeridas, como a restrição de alguns alérgenos alimentares, o uso de probióticos e de suplementos nutricionais. Uma das intervenções atualmente mais populares, no entanto, é a dieta sem glúten e sem caseína (dieta SGSC) a qual, como o próprio nome diz, elimina todas as fontes de glúten (presente no trigo, cevada, centeio e aveia) e caseína (presente no leite e derivados) da alimentação. uma das hipóteses principais sobre os benefícios da dieta se baseia na idéia de que alguns dos sintomas autísticos possam ser consequência de um excesso de opióides (substâncias química com ação similar a da morfina) no organismo. A hipótese postula que a maior permeabilidade intestinal frequentemente observada em autistas permitiria que grandes peptídeos resultantes da digestão incompleta do glúten e da caseína – possam cruzar a membrana intestinal. Estes peptídeos poderiam atuar como os opióides produzidos naturalmente no organismo, entrando na corrente sanguínea e então alcançando o sistema nervoso central e que o excesso de opióides no sistema nervoso central poderia produzir alguns dos sintomas observados em indivíduos autistas. Assim, a retirada do glúten e da caseína da dieta produziria a melhoria dos sintomas em alguns dos portadores.
Os resultados de estudos científicos para investigar os efeitos da dieta SGSC na melhoria dos sintomas ainda são preliminares, uma vez que seria necessário ainda um maior número de participantes, bem como controles mais rigorosos da adoção da dieta pelos participantes e medidas diagnósticas padronizadas dos sintomas para que conclusões mais definitivas possam ser tiradas. Seguem abaixo os principais resultados:
Em um estudo conduzido em 2003, o qual envolveu 50 crianças com autismo, revelou (através de análises sanguíneas) que um número significativo destas crianças tinham anticorpos contra o glúten (gliadina) e a caseína (ou seja, havia uma reação auto-imune na presença destas substâncias)
- Em outro estudo envolvendo 20 participantes, demonstrou-se que embora mudanças tenham sido observadas nos dois grupos, o grupo de crianças autistas que adotou a dieta SGSC apresentou melhorias significativas no comportamento, cognição não verbal e coordenação motora em relação ao grupo de crianças que adotaram uma dieta padrão (com gluten e caseína).
- Finalmente, um estudo publicado no Journal of Autism and Related Disorders envolvendo 13 crianças e controles mais rigorosos analisou os efeitos da adoção da dieta por 12 semanas. Este estudo mostrou que, embora tenham sido observadas melhoras pontuais na linguagem e comportamento, não houveram diferenças significativas quando se comparam os sintomas do grupo de crianças seguindo ou não a dieta. É interessante notar, no entanto, que 7 das 13 famílias que participaram do estudo (e adotaram a dieta SGSC) notaram melhorias nos sintomas, diminuição da hiperatividade, melhoria na linguagem e menor frequência de comportamentos repetitivos, as quais, por seu caráter mais subjetivo, não foram consideradas pelos pesquisadores na análise dos resultados. Os autores reconhecem que um período mais longo do que 12 semanas possa ser necessário para que as melhorias se tornem mais aparentes.
Embora os resultados científicos ainda sejam preliminares e mais estudos ainda sejam necessários, a dieta SGSC possa ser uma possibilidade promissora de tratamento, porém as famílias e profissionais devem avaliar com muito cuidado todos os prós e contras da adoção da dieta antes de implementá-la:
A família terá condições de proporcionar à criança os alimentos sem glúten e sem caseína, frequentemente mais caros?
Há compromisso, de pelo menos um dos familiares, de manter registros precisos da alimentação do portador e possíveis mudanças nos sintomas?
Será possível manter a adoção rígida da dieta pelo portador em casa, e mesmo fora dela (como por exemplo na escola, em viagens, etc)?
Qual o estado de saúde da criança? Como este será monitorado (isto é importante, pois há registros de perda óssea e deficiências de aminoácidos em crianças que seguiram a dieta SGSC, indicando que o estado nutricional da criança deve ser acompanhado e em alguns casos, suplementos nutricionais e vitamínicos possam ser administrados pelo pediatra e / ou nutricionista)
· A criança tem um repertório alimentar já restrito o qual, se limitado ainda mais pelo dieta, poderia comprometer seu estado nutricional?
Os resultados de estudos científicos para investigar os efeitos da dieta SGSC na melhoria dos sintomas ainda são preliminares, uma vez que seria necessário ainda um maior número de participantes, bem como controles mais rigorosos da adoção da dieta pelos participantes e medidas diagnósticas padronizadas dos sintomas para que conclusões mais definitivas possam ser tiradas. Seguem abaixo os principais resultados:
Em um estudo conduzido em 2003, o qual envolveu 50 crianças com autismo, revelou (através de análises sanguíneas) que um número significativo destas crianças tinham anticorpos contra o glúten (gliadina) e a caseína (ou seja, havia uma reação auto-imune na presença destas substâncias)
- Em outro estudo envolvendo 20 participantes, demonstrou-se que embora mudanças tenham sido observadas nos dois grupos, o grupo de crianças autistas que adotou a dieta SGSC apresentou melhorias significativas no comportamento, cognição não verbal e coordenação motora em relação ao grupo de crianças que adotaram uma dieta padrão (com gluten e caseína).
- Finalmente, um estudo publicado no Journal of Autism and Related Disorders envolvendo 13 crianças e controles mais rigorosos analisou os efeitos da adoção da dieta por 12 semanas. Este estudo mostrou que, embora tenham sido observadas melhoras pontuais na linguagem e comportamento, não houveram diferenças significativas quando se comparam os sintomas do grupo de crianças seguindo ou não a dieta. É interessante notar, no entanto, que 7 das 13 famílias que participaram do estudo (e adotaram a dieta SGSC) notaram melhorias nos sintomas, diminuição da hiperatividade, melhoria na linguagem e menor frequência de comportamentos repetitivos, as quais, por seu caráter mais subjetivo, não foram consideradas pelos pesquisadores na análise dos resultados. Os autores reconhecem que um período mais longo do que 12 semanas possa ser necessário para que as melhorias se tornem mais aparentes.
Embora os resultados científicos ainda sejam preliminares e mais estudos ainda sejam necessários, a dieta SGSC possa ser uma possibilidade promissora de tratamento, porém as famílias e profissionais devem avaliar com muito cuidado todos os prós e contras da adoção da dieta antes de implementá-la:
A família terá condições de proporcionar à criança os alimentos sem glúten e sem caseína, frequentemente mais caros?
Há compromisso, de pelo menos um dos familiares, de manter registros precisos da alimentação do portador e possíveis mudanças nos sintomas?
Será possível manter a adoção rígida da dieta pelo portador em casa, e mesmo fora dela (como por exemplo na escola, em viagens, etc)?
Qual o estado de saúde da criança? Como este será monitorado (isto é importante, pois há registros de perda óssea e deficiências de aminoácidos em crianças que seguiram a dieta SGSC, indicando que o estado nutricional da criança deve ser acompanhado e em alguns casos, suplementos nutricionais e vitamínicos possam ser administrados pelo pediatra e / ou nutricionista)
· A criança tem um repertório alimentar já restrito o qual, se limitado ainda mais pelo dieta, poderia comprometer seu estado nutricional?
Fármaco desenvolvido para tratar a tuberculose pode ser nova arma contra autismo
Sexta-feira, 10 de Dezembro de 2010
Fármaco desenvolvido para tratar a tuberculose pode ser nova arma contra autismo
in “RCM Pharma”
Investigadores da Eastern Virginia Medical School identificaram uma possível nova estratégia de tratamento para o comprometimento social em pessoas com
a desordem de espectro autista. Um fármaco desenvolvido para tratar a tuberculose transforma ratos anti-sociais em ratos que interagem com outros, avança
o site Ciência Diária.
“Pessoas com a desordem de espectro autista são tanto desinteressadas em relação a interacções sociais ou as consideram desagradáveis”, explica Stephen
Deutsch, professor de psiquiatria e ciências do comportamento. “Infelizmente, pessoas com a desordem de espectro autista são muitas vezes sofredoras conscientes
de sua sociabilidade limitada, o que pode levar a profundos sentimentos de tristeza e frustração”.
Na pesquisa, os cientistas verificam que uma cepa específica de ratos em um modelo válido de sociabilidade limitada – semelhante ao de pessoas com autismo
– passava o mais longe possível de outros ratos, não interagindo como animais do grupo de controlo faziam. Então, os pesquisadores resolveram testar se
um medicamento já existente poderia alterar a função de determinados receptores do cérebro que afectam a sociabilidade: a D-cicloserina, originalmente
desenvolvida para tratar a tuberculose mas que, ao longo de testes, mostrou ser capaz de mudar o comportamento social de indivíduos.
Em estudos preliminares, a medicação pareceu ter resolvido os défices de sociabilidade de ratos “com autismo”. Os animais que receberam o tratamento passaram
a ficar perto de outros. Isso deu à equipe a oportunidade de sugerir que talvez a terapia pudesse ser usada para facilitar também a sociabilidade em pessoas
com autismo, que evitam tanto o contacto visual e físico, como a interacção.
Estes indivíduos podem ter a vida muito limitada, especialmente na questão “emprego”.“O que torna isso importante é que pode haver alguém com um QI de
125 ou 130 que está desempregado por causa de suas deficiências sociais”, ressalta Maria Urbano, também uma professora associada de psiquiatria e ciências
do comportamento.
A equipe planeja agora um ensaio clínico piloto em pacientes adultos, adolescentes e crianças com autismo para avaliar a forma como o medicamento age em
seres humanos. Já se sabe que a droga é segura. Portanto, pesquisadores devem agora observar se há efeitos similares sobre déficides de sociabilidade como
ocorrido nos ratos.
Investigadores da Eastern Virginia Medical School identificaram uma possível nova estratégia de tratamento para o comprometimento social em pessoas com
a desordem de espectro autista. Um fármaco desenvolvido para tratar a tuberculose transforma ratos anti-sociais em ratos que interagem com outros, avança
o site Ciência Diária.
“Pessoas com a desordem de espectro autista são tanto desinteressadas em relação a interacções sociais ou as consideram desagradáveis”, explica Stephen
Deutsch, professor de psiquiatria e ciências do comportamento. “Infelizmente, pessoas com a desordem de espectro autista são muitas vezes sofredoras conscientes
de sua sociabilidade limitada, o que pode levar a profundos sentimentos de tristeza e frustração”.
Na pesquisa, os cientistas verificam que uma cepa específica de ratos em um modelo válido de sociabilidade limitada – semelhante ao de pessoas com autismo
– passava o mais longe possível de outros ratos, não interagindo como animais do grupo de controlo faziam. Então, os pesquisadores resolveram testar se
um medicamento já existente poderia alterar a função de determinados receptores do cérebro que afectam a sociabilidade: a D-cicloserina, originalmente
desenvolvida para tratar a tuberculose mas que, ao longo de testes, mostrou ser capaz de mudar o comportamento social de indivíduos.
Em estudos preliminares, a medicação pareceu ter resolvido os défices de sociabilidade de ratos “com autismo”. Os animais que receberam o tratamento passaram
a ficar perto de outros. Isso deu à equipe a oportunidade de sugerir que talvez a terapia pudesse ser usada para facilitar também a sociabilidade em pessoas
com autismo, que evitam tanto o contacto visual e físico, como a interacção.
Estes indivíduos podem ter a vida muito limitada, especialmente na questão “emprego”.“O que torna isso importante é que pode haver alguém com um QI de
125 ou 130 que está desempregado por causa de suas deficiências sociais”, ressalta Maria Urbano, também uma professora associada de psiquiatria e ciências
do comportamento.
A equipe planeja agora um ensaio clínico piloto em pacientes adultos, adolescentes e crianças com autismo para avaliar a forma como o medicamento age em
seres humanos. Já se sabe que a droga é segura. Portanto, pesquisadores devem agora observar se há efeitos similares sobre déficides de sociabilidade como
ocorrido nos ratos.
Domingo, 14 de Novembro de 2010
Bomporto em Movimento - Apoio á familia nas interrupções lectivas
Após o sucesso da Colonia de Ferias realizada no passado mês de Julho de 2010, todas as famílias pediram a continuidade desta resposta durante todo o ano lectivo pois nas interrupções lectivas é sempre um drama para as famílias conseguirem uma resposta adequada aos seus filhos “diferentes”.
O modelo desta resposta ira mais uma vez assentar no estabelecimento de parcerias com outras instituições, entidades públicas e privadas. Continuaremos com a parceria com a Universidade Fernando Pessoa, da qual contamos com o voluntariado dos seus alunos da área da psicomotricidade e da terapia da fala, também iremos continuar com a excelente colaboração da Câmara Municipal de Gondomar através da cedência de equipamentos sociais, daremos continuidade a parceria com a FADEUP através da utilização dos seus equipamentos desportivos, com o Clube Naval Infante D. Henrique que nos disponibiliza as suas salas de treino. Este ano já iniciamos o contacto para abrir o leque de actividades e estamos a espera de obter o apoio da Casa da Musica para que os participantes deste projecto possam usufruir dos workshops direccionados á este tipo de população, da Fundação de Serralves para utilização da sua quinta biológica e também dos seus ateliês de expressão plástica e esperamos ter a colaboração do El Corte Inglês no sentido de que os nossos participantes possam assistir aos espectáculos promovidos por eles.
Para que tudo corre em pleno por cada participante vai ser atribuído um voluntário para fazer o acompanhamento durante todo o funcionamento das actividades da interrupção lectiva, para além dos voluntários teremos uma pessoa a coordenar todas as actividades de forma presencial.
Os voluntários terão como missão o apoio dos participantes em todas as actividades, higiene, alimentação e na promoção da sua autonomia. Para que esta missão tenha o sucesso desejado a Bomporto irá promover um encontro informal entre os pais dos participantes, o participante e o seu voluntario para que se possam conhecer e trocar informações e mais tarde ira haver uma reunião individual com cada uma das famílias para se pormenorizar toda a informação.
Este projecto é aberto a toda a comunidade, apenas tendo regras de admissão conforme a exigência dos estatutos da cooperativa.
Duração:
20/21/22 e 27/28/29 de Dezembro das 09h00/17h00
Local e espaços a visitar:
APPC Vila Urbana de Valbom – Valbom/Gondomar
Faculdade de Desporto da Universidade do Porto
Biblioteca Municipal da Câmara de Gondomar
Auditório Municipal de Gondomar
Casa da Musica
Monitores:
Alunos da Universidade Fernando Pessoa - Curso Terapeuta da Fala
Alunos da ESTSP (Escola Superior de Tecnologias da Saude do Porto) – Curso de Terapeuta Ocupacional
Professores de Educação Física da FADEUP (Faculdade de Desporto da Universidade do Porto) – A frequentar o Mestrado em Actividade Física Adaptada
Actividades planificadas:
20 Dezembro
Acolhimento e exploração do espaço;
Biblioteca Municipal de Gondomar - Nesta actividade serão contadas duas histórias através de símbolos pictográficos;
21 Dezembro
Actividade desportiva na FDEUP – Serão trabalhados aspectos da motricidade global atrás dos aparelhos disponíveis na FADEUP;
Confecção de biscoitos – Realizarão todo o trabalho da confecção dos biscoitos, desde a leitura das receitas que estarão apresentadas de forma adaptada, à confecção e decoração dos biscoitos;
22 Dezembro
Elaboração de enfeites de Natal - Actividade que consiste na elaboração de vários objectos para enfeite das arvores de natal;
Piscina;
27 Dezembro
Ida ao Auditório Municipal para assistir a um filme;
Visita á Casa da Musica para experienciar a Digitópia;
28 Dezembro
Visita a Arvore de Natal na Baixa do Porto com deslocação em Metro;
Piscina
29 Dezembro
Workshop sensorial – Serão criadas varias experiencias sensoriais através de varias texturas;
Workshop musical – Nesta actividade ira se promover o ritmo e a dança através de DVD’s e a experimentação de alguns instrumentos musicais;
Picnic;
Jogos sem fronteiras (esta aberto á participação dos pais).
Funcionamento
Para que tudo corre em pleno por cada participante vai ser distribuído um dos voluntários para fazer o acompanhamento durante todo o funcionamento da Colonia de Ferias, para além dos voluntários teremos uma pessoa a coordenar todas as actividades de forma presencial.
Os voluntários terão como missão o apoio dos seus participantes em todas as actividades, higiene, alimentação e na promoção da sua autonomia. Para que esta missão tenha o sucesso desejado a Bomporto irá promover um encontro informal entre os pais dos participantes, o participante e o seu voluntario para que se possam conhecer e trocar informações e mais tarde ira haver uma reunião individual com cada familia para se pormenorizar toda a informação.
A Bomporto reserva se ao direito de alterar alguma das actividades programadas com o aviso de 24h de antecedência.
Participação
Este projecto é aberto a toda a comunidade, apenas tendo regras de admissão conforme a exigência dos estatutos da cooperativa:
Prioridades
1. Ser beneficiário de um Cooperador da Bomporto, cumprindo a lista de prioridade definida na fundação da cooperativa;
2. Qualquer outro, após ocupadas todas as vagas com as prioridades acima referidas e respeitando a ordem de cronológica de inscrição.
Preço por participante cooperador – 105,00€
Preço por participante não cooperador - 120,00€
Suplemento de transporte Porto e Vila Nova de Gaia – 10,00€
Inscrições deverão ser realizadas através do email bomporto.intlectivas@gmail.com , no acto de inscrição é obrigatório o pagamento de 50% do valor e os restantes até ao dia 15 de Dezembro.
O modelo desta resposta ira mais uma vez assentar no estabelecimento de parcerias com outras instituições, entidades públicas e privadas. Continuaremos com a parceria com a Universidade Fernando Pessoa, da qual contamos com o voluntariado dos seus alunos da área da psicomotricidade e da terapia da fala, também iremos continuar com a excelente colaboração da Câmara Municipal de Gondomar através da cedência de equipamentos sociais, daremos continuidade a parceria com a FADEUP através da utilização dos seus equipamentos desportivos, com o Clube Naval Infante D. Henrique que nos disponibiliza as suas salas de treino. Este ano já iniciamos o contacto para abrir o leque de actividades e estamos a espera de obter o apoio da Casa da Musica para que os participantes deste projecto possam usufruir dos workshops direccionados á este tipo de população, da Fundação de Serralves para utilização da sua quinta biológica e também dos seus ateliês de expressão plástica e esperamos ter a colaboração do El Corte Inglês no sentido de que os nossos participantes possam assistir aos espectáculos promovidos por eles.
Para que tudo corre em pleno por cada participante vai ser atribuído um voluntário para fazer o acompanhamento durante todo o funcionamento das actividades da interrupção lectiva, para além dos voluntários teremos uma pessoa a coordenar todas as actividades de forma presencial.
Os voluntários terão como missão o apoio dos participantes em todas as actividades, higiene, alimentação e na promoção da sua autonomia. Para que esta missão tenha o sucesso desejado a Bomporto irá promover um encontro informal entre os pais dos participantes, o participante e o seu voluntario para que se possam conhecer e trocar informações e mais tarde ira haver uma reunião individual com cada uma das famílias para se pormenorizar toda a informação.
Este projecto é aberto a toda a comunidade, apenas tendo regras de admissão conforme a exigência dos estatutos da cooperativa.
Duração:
20/21/22 e 27/28/29 de Dezembro das 09h00/17h00
Local e espaços a visitar:
APPC Vila Urbana de Valbom – Valbom/Gondomar
Faculdade de Desporto da Universidade do Porto
Biblioteca Municipal da Câmara de Gondomar
Auditório Municipal de Gondomar
Casa da Musica
Monitores:
Alunos da Universidade Fernando Pessoa - Curso Terapeuta da Fala
Alunos da ESTSP (Escola Superior de Tecnologias da Saude do Porto) – Curso de Terapeuta Ocupacional
Professores de Educação Física da FADEUP (Faculdade de Desporto da Universidade do Porto) – A frequentar o Mestrado em Actividade Física Adaptada
Actividades planificadas:
20 Dezembro
Acolhimento e exploração do espaço;
Biblioteca Municipal de Gondomar - Nesta actividade serão contadas duas histórias através de símbolos pictográficos;
21 Dezembro
Actividade desportiva na FDEUP – Serão trabalhados aspectos da motricidade global atrás dos aparelhos disponíveis na FADEUP;
Confecção de biscoitos – Realizarão todo o trabalho da confecção dos biscoitos, desde a leitura das receitas que estarão apresentadas de forma adaptada, à confecção e decoração dos biscoitos;
22 Dezembro
Elaboração de enfeites de Natal - Actividade que consiste na elaboração de vários objectos para enfeite das arvores de natal;
Piscina;
27 Dezembro
Ida ao Auditório Municipal para assistir a um filme;
Visita á Casa da Musica para experienciar a Digitópia;
28 Dezembro
Visita a Arvore de Natal na Baixa do Porto com deslocação em Metro;
Piscina
29 Dezembro
Workshop sensorial – Serão criadas varias experiencias sensoriais através de varias texturas;
Workshop musical – Nesta actividade ira se promover o ritmo e a dança através de DVD’s e a experimentação de alguns instrumentos musicais;
Picnic;
Jogos sem fronteiras (esta aberto á participação dos pais).
Funcionamento
Para que tudo corre em pleno por cada participante vai ser distribuído um dos voluntários para fazer o acompanhamento durante todo o funcionamento da Colonia de Ferias, para além dos voluntários teremos uma pessoa a coordenar todas as actividades de forma presencial.
Os voluntários terão como missão o apoio dos seus participantes em todas as actividades, higiene, alimentação e na promoção da sua autonomia. Para que esta missão tenha o sucesso desejado a Bomporto irá promover um encontro informal entre os pais dos participantes, o participante e o seu voluntario para que se possam conhecer e trocar informações e mais tarde ira haver uma reunião individual com cada familia para se pormenorizar toda a informação.
A Bomporto reserva se ao direito de alterar alguma das actividades programadas com o aviso de 24h de antecedência.
Participação
Este projecto é aberto a toda a comunidade, apenas tendo regras de admissão conforme a exigência dos estatutos da cooperativa:
Prioridades
1. Ser beneficiário de um Cooperador da Bomporto, cumprindo a lista de prioridade definida na fundação da cooperativa;
2. Qualquer outro, após ocupadas todas as vagas com as prioridades acima referidas e respeitando a ordem de cronológica de inscrição.
Preço por participante cooperador – 105,00€
Preço por participante não cooperador - 120,00€
Suplemento de transporte Porto e Vila Nova de Gaia – 10,00€
Inscrições deverão ser realizadas através do email bomporto.intlectivas@gmail.com , no acto de inscrição é obrigatório o pagamento de 50% do valor e os restantes até ao dia 15 de Dezembro.
Sexta-feira, 12 de Novembro de 2010
Cientistas brasileiros consertam 'neurônio autista' em laboratório
biólogo molecular e colunista do G1 Alysson Muotri e cientistas brasileiros conseguiram transformar neurônios de portadores de um tipo de autismo conhecido como Síndrome de Rett em células saudáveis. Trabalhando nos Estados Unidos, os pesquisadores mostraram, pela primeira vez, que é possível reverter os efeitos da doença no nível neuronal, porém os remédios testados no experimento, realizado em laborátorio, ainda não podem ser usados em pessoas com segurança.
Muotri, pós-doutor em neurociência e células-tronco no Instituto Salk de Pesquisas Biológicas (EUA) e professor da Faculdade de Medicina da Universidade da Califórnia em San Diego, trabalhou com os também brasileiros Cassiano Carromeu e Carol Marchetto. O estudo sai na edição de sexta-feira (12) da revista científica internacional “Cell”.
Assista ao vídeo ao lado com explicações do próprio cientista.
Para analisar diferenças entre os neurônios, a equipe fez uma biópsia de pele de pacientes autistas e de pessoas sem a condição. Depois, reprogramou as células da pele em células de pluripotência induzida (iPS) – idênticas às células-tronco embrionárias, mas não extraídas de embriões. “Pluripotência” é a capacidade de toda célula-tronco de se especializar, ou diferenciar, em qualquer célula do corpo.
A reprogramação genética de células adultas é feita por meio da introdução de genes. Eles funcionam como um software que reformata as células, deixando-as como se fossem de um embrião. Assim, as iPS também podem dar origem a células de todos os tipos, o que inclui neurônios.
Como os genomas dessas iPS vieram tanto de portadores de autismo como de não portadores, no final o trio de cientistas obteve neurônios autistas e neurônios saudáveis.
Comparação, conserto e limitações
Comparando os dois tipos, o grupo verificou que o núcleo dos neurônios autistas e o número de “espinhas”, as ramificações que atuam nas sinapses – contato entre neurônios, onde ocorre a transmissão de impulsos nervosos de uma célula para outra – é menor.
Identificados os defeitos, o trio experimentou duas drogas para “consertar” os neurônios autistas: fator de crescimento insulínico tipo 1 (IGF-1, na sigla em inglês) e gentamicina. Tanto com uma substância quanto com a outra, os neurônios autistas passaram a se comportar como se fossem normais.
“É possível reverter neurônios autistas para um estado normal, ou seja, o estado autista não é permanente”, diz Muotri, que escreve no blog Espiral. “Isso é fantástico, traz a esperança de que a cura é possível. Além disso, ao usamos neurônios semelhantes aos embrionários, mostramos que dá para fazer isso antes de os sintomas aparecerem.”
Os resultados promissores, porém, configuram o que é chamado no meio científico de “prova de princípio”. “Mostramos que a síndrome pode ser revertida. Mas reverter um cérebro inteiro, já formado, vai com certeza ser bem mais complexo do que fazer isso com neurônios numa placa de petri [recipiente usado em laboratório para o cultivo de micro-organismos]”, explica o pesquisador.
Entre as barreiras que impedem a aplicação prática imediata da descoberta está a incapacidade do IGF-1 de chegar ao alvo. “O fator, quando administrado via oral ou pela veia, acaba indo muito pouco ao cérebro. Existe uma barreira [hematocefálica] que proteje o cérebro, filtrando ingredientes essenciais e evitando um ataque viral, por exemplo. O IGF-1 é uma molécula grande, que acaba sendo filtrada por essa barreira”, afirma Muotri. “Temos de alterar quimicamente o IGF-1 para deixá-lo mais penetrante.” Além disso, tanto o fator quanto a gentamicina são drogas não específicas, portanto causariam efeitos colaterais tóxicos se aplicadas em tratamentos com humanos.
"É possível reverter neurônio autista para um estado
normal, ou seja, o estado autista não é permanente",
diz Alysson Muotri. (Foto: cortesia UC San Diego)Síndrome de Rett
O foco do estudo foi a chamada Síndrome de Rett, uma doença neurológica que faz parte do leque dos autismos. “Leque” porque o autismo não é uma doença única, mas um grupo de diversas enfermidades que têm em comum duas características bastante conhecidas: deficiências no contato social e comportamento repetitivo.
No caso dos portadores de Rett, há um desenvolvimento normal até algo em torno de seis meses a um ano e meio de idade. Mas então começa uma regressão. Além das características autistas típicas, neste caso bem acentuadas, eles vão perdendo coordenação motora e rigidez muscular.
Essa síndrome foi escolhida para o trabalho de Muotri, Carromeu e Marchetto porque tem uma causa genética clara – mutações no gene MeCP2 – e porque afeta os neurônios de forma mais acentuada, facilitando comparações e verificações de reversão.
“Talvez a implicação mais importante desse nosso trabalho é o fato de que os neurônios derivados de pessoas com autismo mostraram alterações independentemente de outros fatores. Isso indica que o defeito foi autônomo. Por isso, esse dado deve contribuir para reduzir o estigma associado a doenças mentais”, comemora Muotri. “Você não fica autista porque sua mãe não te deu o amor necessário ou porque seus pais foram ruins.”
Utilidade das iPS
Lygia da Veiga Pereira, doutora em Ciências Biomédicas e chefe do Laboratório Nacional de Células-Tronco Embrionárias (LaNCE) da USP, saudou a pesquisa: "É mais um trabalho que mostra a enorme utilidade das células iPS, não como fonte de tecido para terapia celular, mas como modelo para pesquisa básica, para entender os mecanismos moleculares por trás de diferentes doenças que tenham forte base genética."
Lygia faz uma ressalva sobre as características muito específicas da Síndrome de Rett. Como a disfunção é exclusivamente associada a uma mutação genética, ficam de fora os fatores ambientais que desencadeiam o autismo.
Ainda segundo a especialista, os resultados obtidos por Muotri também realçam "o que brasileiros podem fazer trabalhando com infraestrutura e agilidade para conseguir reagentes, por exemplo, e interagindo com uma comunidade científica de grande massa crítica".
Muotri, pós-doutor em neurociência e células-tronco no Instituto Salk de Pesquisas Biológicas (EUA) e professor da Faculdade de Medicina da Universidade da Califórnia em San Diego, trabalhou com os também brasileiros Cassiano Carromeu e Carol Marchetto. O estudo sai na edição de sexta-feira (12) da revista científica internacional “Cell”.
Assista ao vídeo ao lado com explicações do próprio cientista.
Para analisar diferenças entre os neurônios, a equipe fez uma biópsia de pele de pacientes autistas e de pessoas sem a condição. Depois, reprogramou as células da pele em células de pluripotência induzida (iPS) – idênticas às células-tronco embrionárias, mas não extraídas de embriões. “Pluripotência” é a capacidade de toda célula-tronco de se especializar, ou diferenciar, em qualquer célula do corpo.
A reprogramação genética de células adultas é feita por meio da introdução de genes. Eles funcionam como um software que reformata as células, deixando-as como se fossem de um embrião. Assim, as iPS também podem dar origem a células de todos os tipos, o que inclui neurônios.
Como os genomas dessas iPS vieram tanto de portadores de autismo como de não portadores, no final o trio de cientistas obteve neurônios autistas e neurônios saudáveis.
Comparação, conserto e limitações
Comparando os dois tipos, o grupo verificou que o núcleo dos neurônios autistas e o número de “espinhas”, as ramificações que atuam nas sinapses – contato entre neurônios, onde ocorre a transmissão de impulsos nervosos de uma célula para outra – é menor.
Identificados os defeitos, o trio experimentou duas drogas para “consertar” os neurônios autistas: fator de crescimento insulínico tipo 1 (IGF-1, na sigla em inglês) e gentamicina. Tanto com uma substância quanto com a outra, os neurônios autistas passaram a se comportar como se fossem normais.
“É possível reverter neurônios autistas para um estado normal, ou seja, o estado autista não é permanente”, diz Muotri, que escreve no blog Espiral. “Isso é fantástico, traz a esperança de que a cura é possível. Além disso, ao usamos neurônios semelhantes aos embrionários, mostramos que dá para fazer isso antes de os sintomas aparecerem.”
Os resultados promissores, porém, configuram o que é chamado no meio científico de “prova de princípio”. “Mostramos que a síndrome pode ser revertida. Mas reverter um cérebro inteiro, já formado, vai com certeza ser bem mais complexo do que fazer isso com neurônios numa placa de petri [recipiente usado em laboratório para o cultivo de micro-organismos]”, explica o pesquisador.
Entre as barreiras que impedem a aplicação prática imediata da descoberta está a incapacidade do IGF-1 de chegar ao alvo. “O fator, quando administrado via oral ou pela veia, acaba indo muito pouco ao cérebro. Existe uma barreira [hematocefálica] que proteje o cérebro, filtrando ingredientes essenciais e evitando um ataque viral, por exemplo. O IGF-1 é uma molécula grande, que acaba sendo filtrada por essa barreira”, afirma Muotri. “Temos de alterar quimicamente o IGF-1 para deixá-lo mais penetrante.” Além disso, tanto o fator quanto a gentamicina são drogas não específicas, portanto causariam efeitos colaterais tóxicos se aplicadas em tratamentos com humanos.
"É possível reverter neurônio autista para um estado
normal, ou seja, o estado autista não é permanente",
diz Alysson Muotri. (Foto: cortesia UC San Diego)Síndrome de Rett
O foco do estudo foi a chamada Síndrome de Rett, uma doença neurológica que faz parte do leque dos autismos. “Leque” porque o autismo não é uma doença única, mas um grupo de diversas enfermidades que têm em comum duas características bastante conhecidas: deficiências no contato social e comportamento repetitivo.
No caso dos portadores de Rett, há um desenvolvimento normal até algo em torno de seis meses a um ano e meio de idade. Mas então começa uma regressão. Além das características autistas típicas, neste caso bem acentuadas, eles vão perdendo coordenação motora e rigidez muscular.
Essa síndrome foi escolhida para o trabalho de Muotri, Carromeu e Marchetto porque tem uma causa genética clara – mutações no gene MeCP2 – e porque afeta os neurônios de forma mais acentuada, facilitando comparações e verificações de reversão.
“Talvez a implicação mais importante desse nosso trabalho é o fato de que os neurônios derivados de pessoas com autismo mostraram alterações independentemente de outros fatores. Isso indica que o defeito foi autônomo. Por isso, esse dado deve contribuir para reduzir o estigma associado a doenças mentais”, comemora Muotri. “Você não fica autista porque sua mãe não te deu o amor necessário ou porque seus pais foram ruins.”
Utilidade das iPS
Lygia da Veiga Pereira, doutora em Ciências Biomédicas e chefe do Laboratório Nacional de Células-Tronco Embrionárias (LaNCE) da USP, saudou a pesquisa: "É mais um trabalho que mostra a enorme utilidade das células iPS, não como fonte de tecido para terapia celular, mas como modelo para pesquisa básica, para entender os mecanismos moleculares por trás de diferentes doenças que tenham forte base genética."
Lygia faz uma ressalva sobre as características muito específicas da Síndrome de Rett. Como a disfunção é exclusivamente associada a uma mutação genética, ficam de fora os fatores ambientais que desencadeiam o autismo.
Ainda segundo a especialista, os resultados obtidos por Muotri também realçam "o que brasileiros podem fazer trabalhando com infraestrutura e agilidade para conseguir reagentes, por exemplo, e interagindo com uma comunidade científica de grande massa crítica".
Sexta-feira, 10 de Setembro de 2010
Efeitos do Risperdal
http://www.risperdal.com/
Risperdal - Informações importantes sobre segurança
Os pacientes idosos com psicose demência-relacionada tratada com antipsicóticos atípicos têm um risco aumentado de morte. Em comparação com placebo. RISPERDAL ® (risperidona) não é aprovado para o
Tratamento de pacientes com psicose Demência-Relacionada.
Os efeitos secundários mais comuns (MAIS Comuns EFEITOS colaterais) que podem Ocorrer com RISPERDAL, no tratamento da mania bipolar sozinho ou em combinação com um estabilizador do humor (lítio ou valproato) são:
SONO, Músculos DOLORIDOS, CANCASO, tremores, INDIGESTAO, náuseas, VISÃO Anormal, Aumento da saliva, ESCORRER NARIZ, diarréia, tonturas, Incontinência urinária, coração acelerado, DOR NO ESTOMAGO sonolência>, rigidez muscular, agitação, tremor, indigestão, náusea, visão anormal, dores musculares, tonturas, nariz escorrendo, diarréia, o aumento da saliva, dor de estômago, e incontinência urinária.
No tratamento da esquizofrenia: ansiedade, sonolência, agitação, tremores, e rigidez muscular, tonturas, obstipação, náuseas, indigestão, coriza, prurido e batimentos cardíacos acelerados.
Os estudos sugerem um risco aumentado de elevação de açúcar no sangue relacionados efeitos colaterais, e às vezes fatais, em doentes tratados com esta classe de medicamentos, incluindo RISPERDAL. Algumas pessoas podem ter necessidade de açúcar no sangue regularmente.
Você pode ter ouvido o termo "discinesia tardia." Estes são potencialmente irreversíveis, Irreversível Lentos MOVIMENTOS NO ROSTO movimentos incontroláveis, lentos ou espasmódicos do facial ou corporal que pode ser causado por todos os medicamentos deste tipo. Se você tem esses sintomas, conversar com seu médico profissional.
Um efeito colateral raro, mas grave, que tem sido relatado com este tipo da medicina, incluindo RISPERDAL, é conhecido como NMS ou neurolépticos Síndrome maligno. SMN é caracterizado por Músculos RIGIDOS, Febres, E PODE SER SERIO febre rigidez muscular, e pode ser grave.
Para mais informações, leia as Informações Importantes no site fonte:
http://www.risperdal.com/
Se não compartilharmos nada de nós aos outros, muito pouco de nós acabará por valer alguma coisa...
Risperdal - Informações importantes sobre segurança
Os pacientes idosos com psicose demência-relacionada tratada com antipsicóticos atípicos têm um risco aumentado de morte. Em comparação com placebo. RISPERDAL ® (risperidona) não é aprovado para o
Tratamento de pacientes com psicose Demência-Relacionada.
Os efeitos secundários mais comuns (MAIS Comuns EFEITOS colaterais) que podem Ocorrer com RISPERDAL, no tratamento da mania bipolar sozinho ou em combinação com um estabilizador do humor (lítio ou valproato) são:
SONO, Músculos DOLORIDOS, CANCASO, tremores, INDIGESTAO, náuseas, VISÃO Anormal, Aumento da saliva, ESCORRER NARIZ, diarréia, tonturas, Incontinência urinária, coração acelerado, DOR NO ESTOMAGO sonolência>, rigidez muscular, agitação, tremor, indigestão, náusea, visão anormal, dores musculares, tonturas, nariz escorrendo, diarréia, o aumento da saliva, dor de estômago, e incontinência urinária.
No tratamento da esquizofrenia: ansiedade, sonolência, agitação, tremores, e rigidez muscular, tonturas, obstipação, náuseas, indigestão, coriza, prurido e batimentos cardíacos acelerados.
Os estudos sugerem um risco aumentado de elevação de açúcar no sangue relacionados efeitos colaterais, e às vezes fatais, em doentes tratados com esta classe de medicamentos, incluindo RISPERDAL. Algumas pessoas podem ter necessidade de açúcar no sangue regularmente.
Você pode ter ouvido o termo "discinesia tardia." Estes são potencialmente irreversíveis, Irreversível Lentos MOVIMENTOS NO ROSTO movimentos incontroláveis, lentos ou espasmódicos do facial ou corporal que pode ser causado por todos os medicamentos deste tipo. Se você tem esses sintomas, conversar com seu médico profissional.
Um efeito colateral raro, mas grave, que tem sido relatado com este tipo da medicina, incluindo RISPERDAL, é conhecido como NMS ou neurolépticos Síndrome maligno. SMN é caracterizado por Músculos RIGIDOS, Febres, E PODE SER SERIO febre rigidez muscular, e pode ser grave.
Para mais informações, leia as Informações Importantes no site fonte:
http://www.risperdal.com/
Se não compartilharmos nada de nós aos outros, muito pouco de nós acabará por valer alguma coisa...
Quinta-feira, 9 de Setembro de 2010
Colóquio sobre a participação dos Encarregados de Educação no Processo Educativo
No cumprimentos dos objectivos a que se propôs alcançar a APEE Autismo, iremos realizar no proximo dia 09 de Outubro pelas 15h00 na nossa sede um coloquio sobre a participação dos Encarregados de Educação no Processo Educativo. O objectivo deste é poder informar os Encarregados de Educação sobre como podem participar no PEI do seu educando, quem pode participar na elaboração do mesmo e o que deve constar no PEI. Tambem queremos esclarecer que medidas educativas existem, como podem ser aplicada e que reflexos estas medidas têm no futuro dos alunos.
Este coloquio tera um painel constituido por um encarregado de educação, uma professora de Educação Especial, uma Terapeuta, uma especialista na area administrativa da Educação Especial e a consultora da APEE Autismo.
Para as inscrições devem faze las atraves do email apeeautismo@gmail.com e o coloquio é aberto a toda comunidade educativa
Este coloquio tera um painel constituido por um encarregado de educação, uma professora de Educação Especial, uma Terapeuta, uma especialista na area administrativa da Educação Especial e a consultora da APEE Autismo.
Para as inscrições devem faze las atraves do email apeeautismo@gmail.com e o coloquio é aberto a toda comunidade educativa
terça-feira, 5 de abril de 2011
Assinar:
Comentários (Atom)








